Lábio Leporino

Fissura labiopalatina

As fissuras podem ser: unilaterais (atingem somente um lado do lábio) ou bilaterais (fendas dos dois lados do lábio), completas (quando atingem o lábio e o palato), ou incompletas (quando atingem somente uma dessas estruturas), além de atípicas assim variando desde formas mais leves, como cicatriz labial e o úvula bífida (quando a úvula aparece partida em duas), até formas mais graves, como as fissuras amplas de lábio e palato. As fissuras labiopalatais também podem se associar a outras malformações sejam elas de face ou de outras regiões do corpo. As fissuras de palato deixam o canal oral em contato com o nasal

Atualmente, graças ao aperfeiçoamento do ultrassom, o lábio leporino pode ser diagnosticado antes mesmo do parto. Isso permite que, logo após o nascimento, a cirurgia corretiva seja realizada. Hoje já existem técnicas que permitem a realização da cirurgia precoce, até 1 semana de vida

A fissura labial ou lábio leporino é uma falha na formação do lábio que se origina durante a gravidez.

Pode estar acompanhada também da falta de parte do céu-da-boca, sendo chamada, então, de fissura labiopalatina. A presença da fissura pode prejudicar a fala, a alimentação, a audição, os dentes e a respiração. Mas existem tratamentos específicos para corrigi-las e que, se iniciadas nos primeiros meses de vida da criança, aumentam a chance de uma vida normal.

Dúvidas frequentes

Quais são as causas da fissura labiopalatina?

As causas são multifatoriais. Podem envolver fatores genéticos, histórico familiar, deficiência de ácido fólico durante a gestação, exposição a certos medicamentos, tabaco, álcool ou infecções maternas no início da gravidez. Nem sempre há uma causa única identificável, mas o acompanhamento pré-natal adequado ajuda a reduzir riscos.

O tratamento deve começar o quanto antes, com uma equipe multidisciplinar composta por cirurgião bucomaxilofacial, fonoaudiólogo, odontopediatra, psicólogo e outros especialistas.

Sim, com tratamento adequado e acompanhamento fonoaudiológico, a maioria das crianças desenvolve fala normal ou próxima do normal. O apoio da família e o acompanhamento contínuo com o fonoaudiólogo são essenciais para superar eventuais dificuldades articulatórias e respiratórias.

Sim. Em muitos casos, o diagnóstico é possível por meio de ultrassonografia morfológica a partir da 20ª semana de gestação. Isso permite que os pais recebam orientação antecipada, conheçam o plano de tratamento e tenham suporte emocional antes do nascimento do bebê.

Pode sim. Dependendo da localização da fissura, é comum haver ausência, má posição ou deformação de dentes próximos à área afetada. O acompanhamento com um odontopediatra e um ortodontista é fundamental para manter o desenvolvimento bucal saudável.

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